quarta-feira, 16 de março de 2011


Richard Avedon foi um dos grandes fotógrafos do século XX. Falecido em 2004, o artista inovou tanto em produções luxuosas do mundo da moda como em simples retratos de figuras históricas. Vários fotógrafos contemporâneos sentem-se inspirados no trabalho de Avedon, que permanece o pai da fotografia de moda moderna. O ápice do seu trabalho artístico é a icónica foto da modelo Dovima com os elefantes, uma representação de composição e simbolismo.


Considerando o trabalho de Avedon para o mundo da moda, o fotógrafo praticamente criou nas imagens o império Versace, com fotografias que foram grandes responsáveis pela concepção do conceito de ’supermodelo’. Na imagem abaixo, as rainhas da beleza dos anos 80 – Christy Turlington, Nadja Auermann, Cindy Crawford, Stephanie Seymour e Claudia Schiffer.

Estas fotos para a Versace marcaram a forma que os editorias de moda são feitos até hoje – fundos neutros e ênfase nos movimentos corporais marcantes das figuras humanas centrais.



O nu também é elemento-chave de vários dos trabalhos de Avedon, e nas campanhas de Versace não deixaria de ser diferente.


Falando em nu, um dos trabalhos mais famosos do fotógrafo para a Versace foi a imagem de Stallone e Claudia Schiffer como um Adão e Eva contemporâneos – foto que foi muito imitada posteriormente.




Outro trabalho de moda que marcou época foi a foto de Avedon para a Calvin Klein, estreando uma Brooke Shields muito mais nova. Foi a primeira de uma série de polémicas com pedofilia que persegue a marca até hoje.


domingo, 13 de março de 2011

REFERENCIAIS

PETER PAN:
Are you ready for today's lesson?
ALL:
Yes, Peter!
PETER PAN:
Listen to your teacher. Repeat after me:
I won't grow up,
(I won't grow up)
I don't want to go to school.
(I don't want to go to school)
Just to learn to be a parrot,
(Just to learn to be a parrot)
And recite a silly rule.
(And recite a silly rule)
If growing up means
It would be beneath my dignity to climb a tree,
I'll never grow up, never grow up, never grow up
Not me!
Not I,
Not me!
Not me!
I won't grow up,
(I won't grow up)
I don't want to wear a tie.
(I don't want to wear a tie)
And a serious expression
(And a serious expression)
In the middle of July.
(In the middle of July)
And if it means I must prepare
To shoulder burdens with a worried air,
I'll never grow up, never grow up, never grow up
Not me,
Not I,
Not me!
So there!
Never gonna be a man,
I won't!
Like to see somebody try
And make me.
Anyone who wants to try
And make me turn into a man,
Catch me if you can.
I won't grow up.
Not a penny will I pinch.
I will never grow a mustache,
Or a fraction of an inch.
'Cause growing up is awfuller
Than all the awful things that ever were.
I'll never grow up, never grow up, never grow up,
No sir,
Not I,
Not me,
So there!
I won't grow up!
(I won't grow up)
I will never even try
(I will never even try)
I will do what Peter tells me
(I will do what Peter tells me)
And I'll never ask him why
(And I'll never ask him why)
We won't grow up!
(We won't grow up)
We will never grow a day
(We will never grow a day)
And if someone tries to make it
(And if someone tries to make it)
We will simply run away
(We will simply run away)
I won't grow up!
(I won't grow up)
No, I promise that I won't
(No, I promise that I won't)
I will stay a boy forever
(I will stay a boy forever)
And be banished if I don't!
(And be banished if I don't)
And Never Land will always be
The home of beauty and joy
And neverty
I'll never grow up, never grow up, never grow up
Not me!
Not me!
Not me!
Not me!
No sir!
Not me!



Esta música, do filme ‘’Peter Pan’’ da Walt Disney Pictures, inspira-me por ser uma ‘’nega’’ ao crescimento (que não passa de um crescimento psicológico). É a criança – primeira porta, inocência e ilusão.
Peter Pan não quer crescer, gosta de ser criança e felizmente enganado pelo mundo que o rodeia. Ilude-se com vontade, e acreditando no que os adultos não querem consegue coisas extraordinárias. 

1) REFERENCIAIS


Esta ‘’história foi retirada de um livro infantil: ‘’Dicionário por imagens das Bruxas e das Fadas’’, da colecção ‘’Dicionário por imagens…’’.

Fala do percurso da vida, e teorias inocentes e
Fantasias sobre a vida e quem a comanda. Esta teoria é sobre as fadas…

É um referencial, porque é algo inocente e infantil e fala do percurso da vida e das minhas três portas: inocência, amadurecimento e extrema inocência.


EXPLORAÇÃO DE IDEIAS - PLANO PARA RETRATO

quinta-feira, 10 de março de 2011

PESQUISA

                        WOODY ALLEN
            Nascido no dia 1 de Dezembro de 1935 em Nova Iorque, Allan Stewart Konigsberg já se envolvia no mundo do entretenimento desde pequeno. Aos 15 anos, já como Woody Allen, começou a escrever para colunas de jornais e programas de rádio. Ao mesmo tempo, frequentava a Universidade de Nova York, mas nunca chegou a formar-se. Em 1964, Woody já era um respeitável comediante, tanto que um disco chamado Woody Allen, com as gravações dos seus programas, foi indicado para os Grammy’s. A sua primeira experiência cinematográfica aconteceu no ano seguinte, quando numa dessas apresentações conquistou um produtor de cinema que o chamou para escrever ‘’What’s New Pussycat?’’. Como produtor estreou-se em 1969, com "Um assaltante bem trapalhão", e de lá para cá foram mais de 30 filmes, mantendo uma média de um filme por ano.
            Muitos dos seus filmes falam sobre crises comportamentais do dia-a-dia, sempre com uma crítica mordaz e sutil em longos diálogos analíticos.

REFERENCIAIS

            Dirigido por Byron Howard (realizador de Bolt) e Nathan Greno, a nova criação da Walt Disney Animation Studios em 3D “Entrelaçados” (Tangled) inclui novamente a música do premiado compositor Alan Menken, vencedor de oito Prémios da Academia, criador das intemporais canções de vários clássicos de animação da Walt Disney Pictures, como A Pequena Sereia, A Bela e o Monstro, Aladdin, Pocahontas, entre outros. Nas vozes originais do filme estão presentes as participações de Zachary Levi (Flynn Ryder), Mandy Moore (Rapunzel), Donna Murphy (Mãe Gothel, a bruxa), Ron Perlman, M.C. Gainey, Jeffrey Tambor, Brad Garrett, Paul F. Tompkins, entre outros. Na dobragem portuguesa, podemos disfrutar da voz de Henrique Feist, Anabela Pires, Bárbara Lourenço, Pedro Caeiro, Rita Alagão, Helena Montez, entre outras caras conhecidas.




   Sinto-me bastante inspirada por este filme, pois é algo moderno e uma reviravolta.
   A história consiste numa rapariga (Rapunzel) que, apesar de ser inocente, não é nada frágil e a vontade de aprender é algo que a torna forte e diferente das outras clássicas raparigas. É destemida e o choque entre ela e o comicamente cruel ladrão Flynn Rider torna-os inseparáveis, depois de muitas lutas psicológicas entre os dois.
   O que me inspira nesta história é o facto de a Rapunzel nunca desistir dos seus sonhos, apesar das dificuldades que poderá sentir ao concretizá-los. E apesar da sua inocência, por nunca ter estado no mundo lá fora da torre onde viveu aprisionada 18 anos, o instinto natural de crescer e se tornar ‘’adulta’’ desabrocha e torna-a persistente e deliciosamente divertida.